Hoje, meu caro "vestibulã", para compensar a adiada estréia do nosso vlog sobre Estética e História da Arte, vamos conhecer no "Artista em Foco", um artista contemporâneo, de uma linguagem moderna, mas que utiliza técnicas e metodologia de trabalho que nos remete aos acadêmicos realistas: Jeremy Mann.
Existem certas pessoas que, sem sequer me conhecer, me fazem querer desistir de ser artista plástico.
Uma dessas pessoas chama-se Jeremy Mann. Nem vou falar mais nada, só observe a imagem abaixo:
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"Untitled (Grace)" - Óleo sobre tela - 32 x 23 pol. - 2012
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Jeremy Mann é muito conhecido por suas representações monocromáticas de cenas urbanas, além de seus maravilhosos nus, que muito lembram os impressionistas, mas é dono de uma marca inconfundível e muito pessoal. Agora me diz se não mato um lazarento desses:
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| "The Black Robe" - Óleo sobre tela - 24 x 19 pol. 2012 |
Podemos dizer que Mann fica longe de sentimentos clichê: você não vai ver bondes, ruas e vias romantizadas ou a Estátua da Liberdade; típicas de artistas com poéticas semelhantes.
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| "Composition #130" - Óleo sobre tela - 35 x 60 pol. 2011 |
"Através do arranjo de formas, de detalhe, de linha, forma e equilíbrio, tento capturar uma realidade descaracterizada, antes de impor um estilo pessoal, que reflete a maneira que eu vim para ver o mundo", escreve Mann.
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| "Construction #3" - Óleo sobre tela - 36 x 36 pol. 2011 |
Formas abstratas, linhas, áreas de claro e escuro, tudo se une em uma imagem que ecoa o sentimento do que uma pessoa experimenta quando se perde no amálgama de uma grande cidade, mas também tem serenidade para a paz que pode ser encontrado nos seus elementos de beleza tranquila. Usando apenas as mãos e panos como ferramentas (sem pincéis ou espátulas), Mann pinta monocromaticamente: tudo verde, tudo azul, tudo marrom ou todo cinza. Embora aqueles familiarizados com Manhattan ou San Francisco pode reconhecer detalhes específicos de cruzamentos e passagens urbanas, Mann captura em suas pinturas, a sensação de cada cidade: a atmosfera, o intangível e o humano de sua enfervescência. O sentimento do lugar é tão forte quanto a da saudade que seus quadros exaltam.
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| "Los Angeles" - Óleo sobre tela - 48 x 48 pol. 2012 |
Para conhecer mais sobre o artista e passar raiva junto comigo, caro aspirante a pintêro, visite e se mate:





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